Construindo perspectivas diferentes
Conta o que você está sentindo.Wai te devolve em forma de história com três finais possíveis.
Não pra te dizer o que fazer.Pra te mostrar o que você ainda não viu.
“Faz meses que eu adio a mesma conversa.”
Uma porta no fim do corredor. Ela passa por ela todo dia e ouve a respiração de alguém do outro lado. A maçaneta está fria. A mão dela já esteve ali muitas vezes.
Ela abre. O que estava do outro lado era menor do que o corredor inteiro que ela atravessou até ali.
Ela abre. E o que encontra é exatamente o que temia — e ainda assim, agora, é uma coisa com tamanho, e não um corredor sem fim.
Ela não abre hoje. Senta no chão, encosta as costas na porta, e fica ali até o corredor esfriar. Amanhã ela passa por aqui de novo.
Três finais, mesmo peso. Nenhum marcado como o certo.
Como funciona
01
Você conta
Um campo aberto. Do jeito que vier, na ordem que vier. Sem formulário, sem perguntas de volta.
02
Vira uma história
Curta e concreta. A sua situação em outra forma perto o bastante pra reconhecer, longe o bastante pra olhar.
03
Termina em três caminhos (ou mais)
Três direções que já estavam ali. Você escolhe a que consegue habitar hoje. Talvez outra na semana que vem.
O final da história é o seu próximo movimento.
O que não é
Não é terapia
Não é atendimento, não é diagnóstico, não é acompanhamento.
Não substitui ninguém
Nem quem cuida de você profissionalmente, nem quem te escuta.
Não promete que se resolve
Há dores que não têm solução, só travessia. Wai não finge o contrário.
Wai não resolve sua vida.Mostra que ela tem mais de um caminho e devolve a escolha pra você.
Pra quem é
Pra quando você está em dúvida.
Pra quando parece que só existe um final possível e ele é ruim.
Pra quando você quer enxergar sem que te encham de perguntas, sem explicar tudo de novo, sem ninguém te dizendo o que fazer.
Serve numa noite difícil e serve numa decisão que você adia há meses.
Você não precisa estar bem pra usar, nem estar mal.